| 000 | 01641 a2200229 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 122161 | ||
| 020 | _a8535907807 | ||
| 040 | _cEscola Canadense de Niteroi | ||
| 090 | _aJAO | ||
| 100 | _aJaouen, Hervé | ||
| 245 | 1 | 0 | _aPara não esquecer |
| 260 | _aSão Paulo | ||
| 300 |
_a149 p. _c9 x 5.28 x 0.39 inches |
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| 362 | 0 | _a2006 | |
| 520 | _aO médico alemão Aloysius Alzheimer foi quem, ao apresentar o caso de uma paciente em 1906, descreveu o mal de Alzheimer pela primeira vez. Tratava-se de uma mulher de 51 anos, que começou com falhas progressivas de memória e depois passou a esconder pertences, misturar identidades e perder o senso do tempo e do espaço. Apesar de bastante comum, essa é uma doença da qual se fala muito pouco. Para aqueles que têm parentes e amigos portadores, o convívio com a evolução do quadro é triste e ao mesmo tempo desafiador. Como se comportar? O que dizer? O que fazer para controlar o doente em seus delírios e manias? Essa é a situação que Hervé Jaouen descreve com muita sensibilidade, mas sem pieguismos, em Para não esquecer - a história de uma garota que tem de ceder o quarto à avó, que já não pode mais viver sozinha. O dia-a-dia com o novo membro da casa não é fácil: toda a família precisa entrar no jogo. É importante estimular a memória da avó, ajudá-la a juntar os fragmentos de sua vida, a lembrar-se dos rostos, das cartas de amor e dos gestos mais comuns. | ||
| 650 | 4 | _aLiteratura Infanto Juvenil | |
| 650 | 4 | _aDoenças e Tratamentos | |
| 650 | 4 | _aAlzheimer | |
| 650 | 4 | _aRelações familiares | |
| 650 | 4 | _aFicção Realista | |
| 942 | _cBK | ||
| 999 |
_c122161 _d122161 |
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